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Prova de Nutrição CRAISA 2026 — O Que Estudar + 10 Perguntas por Tema

Prova de Nutrição CRAISA 2026 — O Que Estudar + 10 Perguntas por Tema

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Prova de Nutrição CRAISA 2026 — O Que Estudar + 10 Perguntas por Tema


Leitura: ~18 min

Resumo do conteúdo

TL;DR:
  • Conhecimentos Específicos valem 50% da prova — avaliação nutricional, dietoterapia e PNAN são os tópicos que mais aparecem em concursos do Instituto Mais.
  • Este post traz 10 perguntas + respostas comentadas para cada bloco temático, no formato exato das provas objetivas do CRAISA.
  • Estratégia comprovada: concentre 70% do estudo nos específicos, resolva simulados e deixe informática para os últimos 30 minutos antes da prova.

Conclusão: Com o guia certo e exercícios direcionados, é possível cobrir os pontos críticos da prova em menos de uma semana de estudo focado.

Nota: As questões apresentadas neste post foram elaboradas com base no edital do concurso CRAISA 2026 (código 313 — Nutricionista) e têm fins exclusivamente educacionais e de estudo. Este conteúdo foi produzido com apoio de IA e revisão humana — conforme Lei Felca nº 15.211/2025.

A prova de Nutricionista do CRAISA (Santo André) é objetiva, com 40 questões divididas em quatro grandes blocos. Aqui no @CanalQb, mapeamos cada tema cobrado no edital e preparamos 10 perguntas com respostas comentadas para cada área — o método mais direto para fixar o conteúdo sem perder tempo.

O detalhe que muda tudo: a maioria dos candidatos estuda de forma linear, página por página. Quem passa, resolve questões desde o primeiro dia. Aqui você vai fazer exatamente isso.

Qual é a distribuição de questões na prova?

Antes de mergulhar nos simulados, entenda o peso de cada bloco. Isso define onde colocar suas horas de estudo:

Bloco Questões % da Prova Prioridade
Conhecimentos Específicos2050%ALTA
Língua Portuguesa820%MÉDIA
Legislação Municipal717,5%MÉDIA
Noções de Informática512,5%BAIXA

E o melhor? Os 10 simulados de cada bloco abaixo seguem exatamente o estilo do Instituto Mais — banca responsável pela prova. Vamos direto ao que importa.

Bloco 1 — Avaliação Nutricional 20 questões específicas

Avaliação nutricional é o coração da prova. Inclui indicadores antropométricos (IMC, circunferências, dobras cutâneas), parâmetros bioquímicos, avaliação clínica e dietética. É o tema com maior frequência histórica nas provas do Instituto Mais para nutricionistas. Cada indicador tem classificação, ponto de corte e aplicação clínica específicos — saiba todos de cabeça.

Sobrepeso (Pré-obesidade). Segundo a OMS (2000), o IMC entre 25,0 e 29,9 kg/m² classifica-se como Sobrepeso. Abaixo de 18,5 = Magreza; 18,5–24,9 = Eutrofia; 30,0–34,9 = Obesidade Grau I; 35,0–39,9 = Grau II; acima de 40 = Grau III (mórbida). Para idosos, o ponto de corte de eutrofia sobe: entre 22 e 27 kg/m² é considerado adequado.

A circunferência da cintura (CC) é medida no ponto médio entre a última costela e a crista ilíaca, e indica acúmulo de gordura abdominal visceral. Para mulheres, risco cardiovascular elevado é CC ≥ 80 cm e risco muito elevado ≥ 88 cm. Para homens: ≥ 94 cm (elevado) e ≥ 102 cm (muito elevado), segundo OMS/IDF.

Os métodos se dividem em: Antropométrico (peso, altura, dobras cutâneas, circunferências), Bioquímico (albumina, hemoglobina, transferrina, pré-albumina), Clínico (exame físico — pele, cabelo, mucosas, edema) e Dietético (recordatório 24h, questionário de frequência alimentar, registro alimentar). A integração desses quatro métodos é chamada de avaliação ABCD e é indispensável para um diagnóstico nutricional completo.

A fórmula é: %AP = (Peso Atual ÷ Peso Ideal) × 100. Classificação: acima de 90% = eutrofia; 80–90% = desnutrição leve; 70–80% = desnutrição moderada; abaixo de 70% = desnutrição grave. O peso ideal pode ser obtido pelo ponto médio da faixa de IMC 22 kg/m² para adultos, ou pelo método de Devine/Hamwi. Em provas, geralmente é fornecido no enunciado.

A ASG é um método clínico de triagem e avaliação nutricional que combina história clínica (perda de peso, alteração de ingestão, sintomas gastrointestinais, capacidade funcional) com exame físico (perda de gordura subcutânea e massa muscular, edema, ascite). Classifica o paciente em: A = bem nutrido; B = suspeita de desnutrição; C = gravemente desnutrido. Muito utilizada em pacientes hospitalizados.

Os principais marcadores proteicos são: Albumina sérica (VR: 3,5–5,0 g/dL — meia-vida de 20 dias, indicador de desnutrição crônica); Transferrina (VR: 200–400 mg/dL — meia-vida de 8–10 dias); Pré-albumina (transtiretina — meia-vida de 2–3 dias, indicador mais sensível de mudança aguda); Proteína ligadora do retinol (meia-vida de 12h, indicador precoce). Quanto menor a meia-vida, mais sensível o marcador às mudanças recentes.

Pelo sistema de Z-escore (OMS 2006 e MS 2022): Peso/Idade: Z < -3 = muito baixo; -3 a -2 = baixo; -2 a +2 = adequado; > +2 = elevado. Peso/Estatura: Z < -3 = magreza acentuada; -3 a -2 = magreza; -2 a +1 = eutrofia; +1 a +2 = risco de sobrepeso; > +2 = sobrepeso; > +3 = obesidade. Estatura/Idade: Z < -2 = baixa estatura para a idade. A Caderneta de Saúde da Criança usa esses mesmos pontos de corte.

O Índice de Conicidade avalia a distribuição de gordura corporal e o risco cardiovascular associado à obesidade abdominal. Fórmula: IC = CC(m) ÷ [0,109 × √(Peso(kg) ÷ Estatura(m))]. Valores próximos de 1,0 indicam forma cilíndrica (baixo risco); valores próximos de 1,73 indicam forma cônica (alto risco). É especialmente útil quando o IMC não reflete adequadamente a distribuição de gordura.

Para pacientes que não conseguem ficar em pé, utiliza-se: Altura do joelho (pela fórmula de Chumlea, específica por sexo e etnia — muito cobrada em provas); Envergadura de braço (distância entre os dedos médios com os braços estendidos — correlaciona-se bem com altura em idosos); Hemi-envergadura (metade da envergadura × 2). O nutricionista deve registrar o método utilizado e indicar na fórmula de estimativa de peso/composição corporal.

O R24h é um método dietético em que o paciente relata tudo que consumiu nas últimas 24 horas (ou no dia anterior). Vantagens: rápido, baixo custo e não interfere no comportamento alimentar. Limitações: depende da memória do entrevistado; um único dia pode não refletir o padrão habitual; há tendência de subestimar ingestão calórica. A aplicação de 3 R24h em dias não consecutivos (incluindo fim de semana) melhora a representatividade. Veja mais sobre avaliação nutricional aqui no CanalQb.

Bloco 2 — Dietoterapia e Patologias Alta frequência

Dietoterapia é a aplicação do conhecimento nutricional no tratamento de doenças. A prova cobra dietoterapia para doenças renais, hepáticas, cardiovasculares, diabetes, obesidade, gastrointestinais e oncologia. Foque nas recomendações de macro e micronutrientes por patologia — são os pontos de corte que costumam aparecer nas alternativas.

Para DRC sem diálise, a restrição proteica reduz a progressão da doença. A recomendação é de 0,6 a 0,8 g de proteína/kg/dia, com pelo menos 50% de alto valor biológico (AVB). Em pacientes diabéticos com nefropatia, o limite é similar. Já para pacientes em hemodiálise, a recomendação sobe para 1,2 a 1,4 g/kg/dia, pois há perda de aminoácidos durante a sessão. Em diálise peritoneal: 1,2 a 1,5 g/kg/dia.

Na hepatite aguda: dieta hipercalórica (35–40 kcal/kg/dia), normoproteica (1,0–1,2 g/kg/dia), com fracionamento em 5–6 refeições. Na cirrose compensada: proteína 1,0–1,5 g/kg/dia; se houver encefalopatia hepática, a restrição proteica era antiga prática — atualmente recomenda-se manter aporte adequado (1,2 g/kg/dia) e ajustar o tipo (preferir BCAA — aminoácidos de cadeia ramificada). Sódio restrito em ascite (< 2g/dia). Suplementar zinco e vitaminas lipossolúveis.

Segundo a SBD e ADA: carboidratos = 45–60% do VET, priorizando baixo índice glicêmico e fibras (> 20g/dia); proteínas = 15–20% (sem nefropatia); gorduras totais < 30%, saturadas < 7%, trans < 1%. Sacarose pode ser incluída em até 5–10% do VET. O fracionamento em 5–6 refeições com horários regulares é recomendado. O controle glicêmico-alvo é HbA1c < 7% para a maioria dos adultos. Evitar dietas < 1.200 kcal sem acompanhamento multiprofissional.

A progressão segue: Dieta Zero (jejum) → Líquida Restrita (água, chá, suco coado) → Líquida Plena (sopas liquidificadas, mingaus finos) → Pastosa (purês, alimentos amassados) → Branda (preparações de fácil digestão, sem frituras e condimentos) → Geral/Normal. A dieta pastosa subclassifica-se em: pastosa homogênea (liquidificada e coada) e pastosa modificada (amassada com garfo). A progressão depende da tolerância do paciente e da patologia.

Na ICC, os principais alvos são: Sódio — restrição de 2.000 mg/dia (2 g) em casos moderados a graves para reduzir retenção hídrica e edema; Líquidos — restrição de 1,0–1,5 L/dia em casos com hiponatremia ou edema refratário; Potássio — monitorar especialmente em uso de diuréticos (risco de hipocalemia) ou IECA/BRA (risco de hipercalemia); Calorias — hipercalórica em pacientes com caquexia cardíaca (até 35 kcal/kg/dia). Fracionar refeições reduz o desconforto pós-prandial.

A síndrome de realimentação ocorre quando pacientes gravemente desnutridos recebem suporte nutricional (oral, enteral ou parenteral) de forma abrupta e em volume excessivo. A reintrodução de carboidratos estimula liberação de insulina, causando queda brusca de fósforo, potássio e magnésio no sangue (hipofosfatemia grave), com risco de arritmia, insuficiência respiratória e morte. Prevenção: iniciar com 20 kcal/kg/dia ou 50% das necessidades, progredir lentamente em 3–7 dias, monitorar eletrólitos diariamente e repor tiamina antes de iniciar a nutrição.

As principais vias de acesso enteral são: Nasogástrica (SNG) — uso de curto prazo (< 4 semanas), trato GI funcionante; Nasoentérica (SNE) — quando há risco de aspiração ou gastroparesia; Gastrostomia (PEG ou cirúrgica) — uso prolongado (> 4 semanas); Jejunostomia — pós-cirurgia de estômago, pâncreas ou em risco alto de aspiração. A indicação geral de nutrição enteral é: trato GI funcionante + impossibilidade ou inadequação da via oral. A parenteral só quando o trato GI não pode ser utilizado.

A equação de Harris-Benedict estima a Taxa Metabólica Basal (TMB):
Homens: TMB = 66,5 + (13,75 × P) + (5,003 × A) − (6,775 × I)
Mulheres: TMB = 655,1 + (9,563 × P) + (1,850 × A) − (4,676 × I)
(P = peso em kg; A = altura em cm; I = idade em anos)
O GET (Gasto Energético Total) = TMB × Fator Atividade × Fator Injúria (em pacientes hospitalizados). Fator atividade: acamado = 1,2; ambulatorial = 1,3. Fator injúria: cirurgia eletiva = 1,1–1,2; sepse = 1,3–1,6; queimados = até 2,0.

Na Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa (RCUI), os objetivos dietéticos são: corrigir deficiências nutricionais (ferro, vitamina B12, D, zinco, cálcio — frequentes pela má absorção); manter ou recuperar o peso; reduzir a atividade inflamatória e permitir a cicatrização da mucosa. Na fase aguda: dieta de baixo resíduo ou nutrição enteral exclusiva (especialmente em Crohn pediátrico — induz remissão). Na remissão: dieta equilibrada com fibras solúveis, evitando alimentos individualmente intolerantes. Sem dieta restritiva universal — a abordagem é individualizada.

Em pacientes com câncer em tratamento: calorias = 25–35 kcal/kg/dia (hipercalórico em caquexia); proteínas = 1,2–2,0 g/kg/dia; adequar micronutrientes (especialmente antioxidantes — vitamina C, E, selênio — mas com cautela durante radioterapia/quimioterapia). Controle de náuseas, mucosite e alterações de paladar guiam a adaptação das texturas e temperaturas. A triagem de risco nutricional deve ser feita em todas as consultas com ferramentas como PG-SGA (Avaliação Global Subjetiva gerada pelo paciente). Veja sobre dietoterapia aplicada no nosso canal.

Bloco 3 — Legislação: PNAN, RDC 216 e Rotulagem Muito cobrado

Legislação em alimentação e nutrição é um tema garantido na prova. Foque na PNAN (Política Nacional de Alimentação e Nutrição), na RDC 216/2004 (Boas Práticas em Serviços de Alimentação) e nas resoluções de rotulagem nutricional (RDC 429/2020 e IN 75/2020). São questões literais — leitura direta dos textos legais resolve.

A PNAN (Portaria MS nº 2.715/2011) é baseada no Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) e na Segurança Alimentar e Nutricional (SAN). Suas diretrizes são: organização da atenção nutricional; promoção da alimentação adequada e saudável; vigilância alimentar e nutricional; gestão das ações de alimentação e nutrição; participação e controle social; qualificação da força de trabalho; controle e regulação dos alimentos; pesquisa, inovação e conhecimento em alimentação e nutrição; e cooperação e articulação para a segurança alimentar e nutricional.

A RDC 216/2004 (ANVISA) dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Estabelece requisitos de: edificações e instalações (pisos laváveis, ralos sifonados, telas nos janelos); equipamentos e móveis (superfícies lisas e laváveis); manipuladores (higienização das mãos, uso de EPIs, ausência de adornos); matérias-primas (controle de fornecedores, temperatura de recebimento); preparação de alimentos (controle de temperaturas, prevenção de contaminação cruzada); armazenamento; transporte e exposição ao consumo. A empresa deve ter um Manual de Boas Práticas e POPs (Procedimentos Operacionais Padronizados).

Segundo a RDC 216/2004 e a Portaria CVS-5/2013 (SP): alimentos quentes devem ser mantidos a ≥ 60°C por até 6 horas; abaixo de 60°C, o alimento pode ficar por no máximo 1 hora. Alimentos frios: ≤ 10°C por até 4 horas; entre 10°C e 21°C, no máximo 2 horas. A "zona de perigo" é entre 10°C e 60°C — faixa em que bactérias patogênicas se multiplicam rapidamente. O congelamento deve ser a -18°C ou inferior. O descongelamento deve ser em refrigeração (< 5°C) ou sob água corrente fria, nunca em temperatura ambiente.

A RDC 429/2020 e a IN 75/2020 (ANVISA) modernizaram completamente a rotulagem nutricional no Brasil. As principais mudanças são: tabela nutricional atualizada (novos nutrientes obrigatórios: açúcares totais e adicionados, gorduras saturadas e trans destacadas); declaração por 100g/100mL obrigatória; porção padronizada por categoria; e o mais visível — o logo de advertência frontal (triângulo preto com "ALTO EM" açúcar adicionado / gordura saturada / sódio) quando o alimento ultrapassar os limites estabelecidos. Obrigatório em alimentos industrializados desde outubro de 2022.

O APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle — Hazard Analysis Critical Control Points/HACCP) é um sistema preventivo de controle de segurança alimentar. Baseia-se em 7 princípios: análise de perigos; identificação dos Pontos Críticos de Controle (PCC); estabelecimento de limites críticos; sistema de monitoramento; ações corretivas; procedimentos de verificação; e documentação/registros. Em serviços de alimentação, o APPCC é aplicado em conjunto com as Boas Práticas (pré-requisito fundamental). Em UAN hospitalares, é exigido pela ANVISA.

A RDC 216 exige no mínimo 4 POPs (Procedimentos Operacionais Padronizados): 1. Higienização de instalações, equipamentos e móveis; 2. Controle integrado de vetores e pragas urbanas; 3. Higienização do reservatório de água; 4. Higiene e saúde dos manipuladores. Cada POP deve conter: frequência de execução, responsável, material necessário, e procedimento detalhado. O estabelecimento pode ter POPs adicionais conforme sua complexidade. Todos devem estar acessíveis aos funcionários e ser periodicamente revisados.

O Guia Alimentar para a População Brasileira (MS, 2014) é um documento de referência para promoção da alimentação saudável. Sua recomendação central é: "Prefira sempre alimentos in natura ou minimamente processados." Ele classifica os alimentos em 4 grupos pelo nível de processamento (classificação NOVA): in natura/minimamente processados; ingredientes culinários; processados; e ultraprocessados. Recomenda limitar processados e evitar ultraprocessados. Defende a comensalidade (comer com outros), o preparo doméstico e a valorização da cultura alimentar local.

O SISVAN (Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional) é o sistema nacional que coleta, processa e dissemina dados sobre o estado nutricional e o consumo alimentar da população brasileira. É alimentado por profissionais da Atenção Básica via prontuário eletrônico (e-SUS). Monitora faixas etárias: crianças (0–5 e 5–10 anos), adolescentes, adultos, idosos e gestantes. Os dados geram relatórios que orientam políticas públicas como o PNAN, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa Bolsa Família (condicionalidades nutricionais).

A Lei 11.947/2009 regula o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e determina que: no mínimo 30% dos recursos do FNDE devem ser destinados à compra de alimentos da agricultura familiar (com prioridade para assentados, indígenas e quilombolas); o cardápio deve ser elaborado por nutricionista responsável técnico; deve-se respeitar hábitos culturais e regionais; o cardápio deve garantir ao menos 20% das necessidades nutricionais diárias dos alunos (30% em tempo integral). É proibido o uso de alimentos enlatados, embutidos, doces concentrados e bebidas com baixo teor nutricional.

As principais resoluções CFN para concursos: Resolução 600/2018 — define atribuições do nutricionista em UAN (quadro de referência de pessoal por número de refeições servidas); Resolução 380/2005 e atualizações — áreas de atuação do nutricionista; Código de Ética (Resolução 334/2004 e 599/2018); Resolução 525/2013 — nutrição clínica e prescrição de suplementos; Resolução 556/2015 — nutrição e saúde coletiva. Em provas, atenção especial à resolução de UAN — o número de refeições por nutricionista é frequentemente cobrado. Saiba mais sobre legislação em nutrição.

Bloco 4 — Técnica Dietética e Administração de UAN Presença garantida

Técnica dietética estuda a transformação dos alimentos — cocção, cortes, IDC (Índice de Conversão), per capita, fator de cocção. Administração de UAN trata do gerenciamento de Unidades de Alimentação e Nutrição: cardápio, custo, controle de estoque, APPCC. Em conjunto, esses dois temas costumam render 4 a 6 questões nos específicos.

O Fator de Correção (FC), também chamado Fator de Conversão ou Indicador de Parte Comestível, representa a relação entre o peso bruto e o peso líquido de um alimento após remoção de cascas, sementes e partes não comestíveis. FC = Peso Bruto ÷ Peso Líquido. Exemplo: FC da banana-prata = ~1,3 (para cada 100g limpa, compra-se ~130g). No planejamento de compras, multiplica-se o per capita líquido pelo FC e pelo número de comensais para obter a quantidade a adquirir. FC > 1 sempre (perde-se material); quanto maior, maior o desperdício.

O Índice de Conversão (IC) ou Fator de Cocção (FCo) representa a variação de peso do alimento após a cocção: IC = Peso Cozido ÷ Peso Cru Limpo. Alimentos que perdem água na cocção têm IC < 1 (ex: carne grelhada ≈ 0,7–0,8). Alimentos que absorvem água têm IC > 1 (ex: arroz cozido ≈ 2,5–3,0; feijão cozido ≈ 2,5). O FC trata da preparação a frio (limpeza); o IC trata do efeito do calor. Ambos são essenciais para calcular quantidade de compra e per capita final.

Principais métodos: Calor úmido (cozimento em água, vapor, pressão) — maior perda de vitaminas hidrossolúveis (C, B1, B2, B9) para a água; a água de cocção pode ser reaproveitada. Calor seco (assar, grelhar, fritar, tostar) — menor perda de vitaminas hidrossolúveis, mas alta temperatura pode destruir vitaminas termolábeis e formar compostos da reação de Maillard. Fritura — absorção de gordura; temperatura ideal ~180°C. Micro-ondas — menor perda nutricional por tempo curto de exposição ao calor. Vitamina C e tiamina são as mais sensíveis ao calor e à oxidação.

Um cardápio equilibrado deve respeitar as Leis de Escudero: Quantidade (kcal adequada ao grupo); Qualidade (todos os nutrientes presentes); Harmonia (proporção correta entre macro e micronutrientes); Adequação (adaptado ao indivíduo — idade, patologia, preferências). Na prática de UAN, o cardápio deve: variar cor, textura e técnica de preparo; alternar proteínas animais e vegetais; respeitar sazonalidade; seguir referências do PNAE ou do serviço contratante; e ser elaborado por nutricionista habilitado (CFN 600/2018).

O per capita é a quantidade de alimento por pessoa/refeição. Para calcular a quantidade bruta a comprar: QB = per capita líquido × FC × nº de comensais. Exemplo: per capita de arroz = 60g cru limpo; IC do arroz cozido = 3,0; FC = 1,05 (descarte mínimo). QB por pessoa = 60 × 1,05 = 63g brutos; rendimento cozido = 60 × 3,0 = 180g por porção. Em UAN com 500 comensais: 63g × 500 = 31,5 kg de arroz bruto a comprar. O controle preciso do per capita é a base do gerenciamento de custo alimentar.

O custo da refeição é o valor gasto por comensal por refeição, incluindo: custo de gêneros alimentícios (principal componente), mão de obra, energia, água, materiais de limpeza e depreciação de equipamentos. O nutricionista controla esse custo via: ficha técnica de preparo (padronização de per capita, FC e receituário); controle de estoque (PEPS — primeiro que entra, primeiro que sai); mapa de custo; e análise de desvio entre o planejado e o realizado. O custo alimentar ideal varia por tipo de UAN: hospitalar (~40–50% do custo total), empresarial (~35–45%), escolar (conforme FNDE).

A Ficha Técnica de Preparação (FTP) é o documento que padroniza uma receita na UAN. Deve conter: nome da preparação; rendimento total e per capita; ingredientes com quantidade bruta e líquida (calculados com FC); modo de preparo passo a passo; temperatura e tempo de cocção; equipamentos utilizados; custo total e por porção; e valor nutricional por porção (calculado por tabela TACO ou software). É fundamental para o controle de qualidade, treinamento de equipe e cálculo de cardápio — base do trabalho do nutricionista de UAN.

As principais reações de escurecimento são: Enzimático — causado por polifenoloxidases em frutas e legumes cortados (ex: maçã, banana). Controle: imersão em solução ácida (limão, vinagre), água fria, branqueamento ou exclusão de oxigênio. Não-enzimático: Reação de Maillard (aminoácido + açúcar redutor + calor — crosta do pão, carne grelhada — desejável e que gera aroma) e Caramelização (degradação de açúcares por calor acima de ~160°C). O escurecimento enzimático é indesejável; Maillard e caramelização geralmente são controlados para fins tecnológicos e organolépticos.

O branqueamento (blanching) é um tratamento térmico breve (imersão em água fervente por 1–5 minutos ou exposição a vapor), seguido de choque térmico em água gelada. Finalidades: inativar enzimas (peroxidases, catalases) que causam escurecimento e alteração de sabor; reduzir carga microbiana superficial; fixar cor (clorofila vira mais verde-brilhante no calor breve); reduzir volume (facilita embalagem); e preparar o alimento para congelamento. É etapa obrigatória antes do congelamento de hortaliças para preservar qualidade nutricional e sensorial.

Os cardápios classificam-se por: Ciclo — fixo (repetição em período determinado — semanal, quinzenal ou mensal) ou rotativo; Estrutura — simples (uma opção) ou múltiplo (duas ou mais opções de cada componente); Oferta — buffet livre, self-service controlado ou prato fixo (mais eficiente no controle de custo e desperdício). Em UAN hospitalar, usa-se cardápio padrão com variações por dieta clínica. O planejamento deve considerar: sazonalidade, custo, preferências, disponibilidade de equipamentos, quadro de pessoal e necessidades nutricionais do público-alvo. Explore mais sobre técnica dietética e UAN.

Bloco 5 — Língua Portuguesa (Interpretação + Gramática) 8 questões

A banca Instituto Mais privilegia interpretação de texto e concordância verbal/nominal. O nível é intermediário — sem pegadinhas extremas. Foque em: identificar ideia principal do texto, relações lógicas entre parágrafos, regras de concordância com sujeito composto e coletivo, e os casos obrigatórios de crase.

Quando o sujeito composto vem antes do verbo, a concordância é no plural: "O médico e a nutricionista discutiram o caso." Exceção: se os núcleos do sujeito são sinônimos ou formam gradação, pode-se usar o singular — "O esforço, o empenho, a dedicação valeu a pena." Quando o sujeito composto vem depois do verbo, há opção: o verbo pode concordar com o mais próximo (atrativo) ou ir ao plural. A prova tende a cobrar o caso padrão (sujeito antes, plural obrigatório).

Obrigatório: antes de palavras femininas precedidas de preposição "a" + artigo "a" ("Fui à farmácia"; "Refere-se à paciente"). Facultativo: antes de pronomes possessivos femininos ("Refiro-me a/à sua proposta"); antes de nomes de mulheres sem determinante ("Carta a/à Maria"). Proibido: antes de palavras masculinas ("Fui a pé"); antes de verbos ("Começou a estudar"); antes de pronomes pessoais, demonstrativos (este, aquele sem artigo), indefinidos e interrogativos ("Não sei a que se refere"); na expressão "a partir de" quando seguida de masculino.

Aditivos (soma de ideias): e, nem, também, além disso, ademais — "O nutricionista avaliou e prescreveu a dieta." Adversativos (oposição): mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto — "Estudou muito, porém não foi aprovado." Conclusivos (conclusão): logo, portanto, assim, então, por isso, por conseguinte — "Comeu bem, portanto se recuperou." Explicativos (explicação ou causa): porque, que, pois (antes do verbo), porquanto — "Descanse, pois está exausto." Em provas de interpretação, identificar o conectivo é a chave para entender a relação entre ideias.

Assistir: intransitivo ou transitivo indireto (com "a") no sentido de "presenciar" — "Assistiu ao procedimento"; transitivo direto no sentido de "ajudar/amparar" — "O Estado deve assistir os carentes." Visar: transitivo direto no sentido de "mirar/autenticar" — "Visou o documento"; transitivo indireto (com "a") no sentido de "ter como objetivo" — "O projeto visa a reduzir a desnutrição." Aspirar: transitivo direto no sentido de "respirar/inalar" — "Aspirou o ar puro"; transitivo indireto (com "a") no sentido de "almejar" — "Aspira a um cargo público." Esses são os três mais cobrados em provas do Instituto Mais.

O sujeito oculto (elíptico ou desinencial) é aquele não expresso na frase, mas identificável pela desinência verbal. Exemplo: "Estudamos para o concurso" — sujeito oculto = nós. A concordância é sempre com o sujeito recuperado, mesmo ausente. Em provas, atenção à inversão da ordem: "Chegaram os resultados" (sujeito posposto "os resultados" → verbo no plural). Outro caso recorrente: verbos impessoais (não têm sujeito) — "Havia muitos candidatos" (haver no sentido de existir = impessoal → singular, mesmo com complemento no plural).

Mau/Mal: "mau" é adjetivo antônimo de "bom" ("mau resultado"); "mal" é advérbio antônimo de "bem" ou substantivo ("sente-se mal", "o mal da desnutrição"). Mas/Mais: "mas" é conjunção adversativa ("quero, mas não posso"); "mais" indica acréscimo ou comparação ("estude mais"). A/Há: "a" indica tempo futuro ou distância ("daqui a dois dias", "mora a 3 km"); "há" é forma do verbo haver indicando tempo passado ou existência ("faz dois anos", " vagas"). Em provas, o contexto temporal é a chave: passado = há; futuro = a.

As mais cobradas em provas do Instituto Mais: Metáfora (comparação implícita — "A vida é uma batalha"); Metonímia (substituição por relação lógica — "Bebeu um copo inteiro" = conteúdo pelo continente); Antítese (oposição de ideias — "Lucro e prejuízo andam juntos"); Eufemismo (suavização — "Ele nos deixou" = morreu); Ironia (sentido contrário ao literal); Hipérbole (exagero — "Morri de rir"); Pleonasmo — vicioso (redundância desnecessária) vs. literário (ênfase intencional). Em interpretação de texto, identificar figuras ajuda a capturar o tom e a intenção do autor.

Oxítonas (última sílaba tônica): acentuam-se quando terminadas em -a(s), -e(s), -o(s), -em, -ens — "café, avó, também, parabéns." Paroxítonas (penúltima sílaba tônica): acentuam-se quando NÃO terminam nas terminações mais comuns (a, e, o, as, es, os, em, ens) — "fácil, táxi, caráter, vírus, hífen." Proparoxítonas (antepenúltima): todas são acentuadas — "médico, pássaro, lâmpada, técnica." Após o Acordo Ortográfico de 2009: suprimiu-se acento diferencial de palavras homógrafas (para/pára, pelo/pêlo) — exceto pôde/pode e pôr/por.

Questões de inferência pedem que você extraia informação implícita — não está escrita, mas se deduz logicamente do texto. Estratégia: leia o enunciado da questão antes do texto para saber o que procurar; elimine alternativas que extrapolam o texto (que afirmam algo além do que está dito); elimine alternativas que contradizem o texto; a resposta correta é sempre sustentada por pelo menos uma passagem do texto. Desconfie de alternativas com "sempre", "nunca", "apenas", "somente" — o texto raramente é absoluto. A alternativa mais certa é a mais conservadora e aderente ao conteúdo literal + implícito.

Em coordenação, as orações são independentes — uma não depende da outra para ter sentido: "Estudei muito, e passei na prova." As orações coordenadas se classificam conforme o conectivo (aditivas, adversativas, alternativas, conclusivas, explicativas). Em subordinação, uma oração (subordinada) depende da principal para ter sentido completo: "Acredito que a nutricionista acertou o diagnóstico" — a oração subordinada substantiva é objeto direto de "acredito". A distinção entre subordinadas substantivas, adjetivas e adverbiais é frequentemente cobrada em provas de médio nível.

Bloco 6 — Noções de Informática (Word, Excel, Windows) 5 questões

São as questões mais previsíveis da prova. O instituto cobra recursos básicos do pacote Office 2016+ e Windows 10+. Um simulado rápido nos dias anteriores à prova resolve. Foco: atalhos do Word e Excel, funções básicas de planilha e recursos do Windows como área de trabalho, painel de controle e configurações.

Os atalhos mais cobrados são: Ctrl+C (copiar); Ctrl+X (recortar); Ctrl+V (colar); Ctrl+Z (desfazer); Ctrl+Y (refazer); Ctrl+S (salvar); Ctrl+P (imprimir); Ctrl+A (selecionar tudo); Ctrl+N (negrito); Ctrl+I (itálico); Ctrl+U (sublinhado); Ctrl+L (localizar/substituir); Ctrl+Home/End (início/fim do documento); F12 (salvar como); Ctrl+Enter (quebra de página). Em prova, atenção a questões que trocam atalhos entre si — a banca induz confusão com combinações parecidas.

As funções mais frequentes: =SOMA() — soma um intervalo; =MÉDIA() — média aritmética; =MÁXIMO() / =MÍNIMO() — maior/menor valor; =SE() — condicional ("=SE(A1>10;"Aprovado";"Reprovado")"); =CONT.SE() — conta células que atendem a critério; =PROCV() — busca vertical em tabela; =CONCATENAR() ou =& — unir textos. A banca cobra também: diferença entre referência relativa (A1), absoluta ($A$1) e mista ($A1 ou A$1); formatação condicional; e criação de gráficos simples. Memorize a sintaxe do =SE() — é o mais cobrado.

A Lixeira do Windows 10 armazena temporariamente arquivos excluídos do disco rígido — eles ainda podem ser restaurados. A exclusão permanente ocorre quando: o usuário esvazia a lixeira manualmente (botão direito → Esvaziar Lixeira); o arquivo é excluído com Shift+Delete (ignora a lixeira); a lixeira atinge seu tamanho máximo configurado (o Windows exclui automaticamente os mais antigos); o arquivo é excluído de um dispositivo removível (pendrive, HD externo — vai direto ao descarte). Arquivos na nuvem (OneDrive) têm lixeira própria no serviço, separada da lixeira local.

Navegadores cobrados: Google Chrome, Microsoft Edge, Mozilla Firefox e Safari. Conceitos de segurança online: HTTPS (protocolo seguro — cadeado na barra de endereços); Phishing (golpe de roubo de dados via e-mail ou site falso); Cookies (arquivos armazenados pelo site no navegador — podem ser bloqueados ou apagados); Cache (armazenamento temporário de páginas para carregamento mais rápido); Proxy (servidor intermediário que filtra o tráfego de rede); Firewall (barreira de proteção entre rede interna e externa). Aba anônima/privativa não torna o usuário anônimo na internet — apenas não salva histórico local.

Os protocolos cobrados: POP3 (Post Office Protocol 3 — baixa e-mails para o dispositivo, geralmente apagando do servidor; porta 110/995 SSL); IMAP (Internet Message Access Protocol — sincroniza e-mails entre dispositivos sem apagar do servidor; porta 143/993 SSL — recomendado para múltiplos dispositivos); SMTP (Simple Mail Transfer Protocol — protocolo de envio de e-mails; porta 25/587/465). Em provas, a distinção mais cobrada é POP3 vs. IMAP: o IMAP mantém os e-mails no servidor, o POP3 os baixa localmente. No Outlook, as configurações ficam em Arquivo → Configurações de Conta.

Extensões mais cobradas: .docx (Word); .xlsx (Excel); .pptx (PowerPoint); .pdf (Portable Document Format — somente leitura, preserva formatação); .txt (texto sem formatação); .csv (planilha em texto separado por vírgulas); .jpg/.jpeg e .png (imagens); .mp3 (áudio); .mp4 (vídeo); .zip/.rar (arquivos compactados); .exe (executável Windows). Em provas, atenção às questões que confundem o formato legado do Office (.doc, .xls, .ppt — Office 2003 ou anterior) com os formatos atuais baseados em XML (.docx, .xlsx, .pptx).

Recursos cobrados no PowerPoint: Modos de exibição — Normal, Classificação de Slides, Apresentação, Modo de Exibição de Leitura e Anotações; Transições (entre slides) vs. Animações (dentro do slide — entrada, ênfase, saída); Design/Layout de slide; inserção de: imagens, gráficos, tabelas, vídeos e áudios; Padrão de Slide Mestre (define layout uniforme); exportar como PDF ou vídeo. O atalho F5 inicia a apresentação do início; Shift+F5 inicia do slide atual. A banca frequentemente confunde transições com animações — a distinção é conceitual e direta.

Cloud computing é o fornecimento de serviços de computação pela internet — servidores, armazenamento, bancos de dados, software. Os três modelos de serviço cobrados: IaaS (Infrastructure as a Service — ex: AWS EC2, infraestrutura virtual); PaaS (Platform as a Service — ex: Google App Engine, plataforma de desenvolvimento); SaaS (Software as a Service — ex: Google Drive, Microsoft 365, Dropbox — o mais cobrado em provas). Conceitos-chave: escalabilidade, pagamento por uso, acesso via internet, backup automático. Em concursos de nível médio/técnico, SaaS é o modelo mais frequentemente cobrado e o mais próximo do uso cotidiano.

No Windows 10, o Painel de Controle (legado) e o app Configurações coexistem. O Painel de Controle abrange: Programas e Recursos (instalar/desinstalar); Rede e Internet; Contas de Usuário; Sistema (informações do hardware); Dispositivos e Impressoras; Segurança e Manutenção. As Configurações (novo) abrangem: Sistema (tela, notificações, bateria); Dispositivos (Bluetooth, impressoras); Atualização e Segurança (Windows Update, recuperação); Contas (perfil, e-mail); Privacidade (câmera, microfone, localização). A Microsoft está migrando tudo para Configurações — em provas, ambos podem ser cobrados.

Vírus: se replica ao se anexar a arquivos legítimos — precisa de ação do usuário para se propagar. Worm: se replica automaticamente pela rede, sem precisar de arquivo hospedeiro. Trojan (Cavalo de Tróia): disfarçado de programa legítimo — não se replica sozinho, mas abre porta para outros malwares. Ransomware: sequestra arquivos (criptografa) e exige resgate em criptomoeda — ex: WannaCry. Spyware: monitora e coleta dados do usuário silenciosamente. Adware: exibe propagandas indesejadas. Keylogger: grava digitação (senhas, dados bancários). A distinção mais cobrada em prova é vírus vs. worm (propagação autônoma) e trojan vs. vírus (não se replica).

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